PORQUE EXISTIMOS
Acreditamos que as pessoas de uma empresa valem mais do que as tarefas que repetem.
Por isso procuramos onde o trabalho começa a prender a operação e transformamos esse ponto num sistema. A tecnologia é o meio. O objetivo é devolver capacidade à empresa e à equipa.
O problema raramente começa nas pessoas.
Em várias empresas encontrei a mesma situação: pessoas competentes a gastar parte do dia a copiar dados, procurar documentos, responder às mesmas perguntas ou esperar por informação que estava espalhada por vários sítios.
Raramente alguém decidiu conscientemente trabalhar assim. O processo foi crescendo, apareceram ferramentas, entraram mais pessoas e, pouco a pouco, começaram a surgir dependências e trabalho manual que ninguém tinha parado para redesenhar.
Foi aí que comecei a olhar para o problema de outra forma. Em vez de perguntar “que ferramenta falta?”, comecei por perguntar “onde está o ponto por onde tudo tem de passar?”.
Esse ponto é o bottleneck. E é a origem da abordagem Bottleneck-to-System.
O ERRO MAIS COMUM
Muitas empresas começam pela ferramenta. Nós começamos pelo trabalho.
Quando o processo está partido, acrescentar tecnologia nem sempre resolve. Às vezes apenas acelera a confusão.
Acelerar um processo partido só faz o problema acontecer mais depressa.
- 01
Escolhem a ferramenta.
Veem uma tecnologia interessante e procuram um problema onde a possam aplicar.
- 02
Automatizam às cegas.
Ligam etapas de um processo que nunca foi realmente desenhado.
- 03
Esperam que tudo encaixe.
Assumem que a tecnologia vai perceber automaticamente como a empresa funciona.
Nós começamos por mapear o processo.
Porque antes de automatizar qualquer coisa precisamos de perceber o trabalho que a empresa realmente está a fazer.
Em que acreditamos.
Um bottleneck de cada vez.
Tentar resolver tudo ao mesmo tempo dispersa o esforço. Começamos pelo ponto que mais pesa e deixamos o resto para depois.
Primeiro o processo.
Antes de escolher uma ferramenta, percebemos como o trabalho é feito e porque é feito dessa forma.
Feito à medida da operação.
O sistema deve adaptar-se ao negócio real. Não queremos obrigar uma equipa a encaixar numa solução só porque ela já existe.
Dizemos o que pensamos.
Se o que já tens chega, dizemos. Se não fizer sentido construir nada, também. O objetivo não é vender tecnologia. É resolver um problema que justifique a solução.
CONVERSA E DIAGNÓSTICO
O próximo passo é uma conversa.
Traz uma parte da operação que sentes que podia funcionar melhor. Em 30 minutos percebemos como funciona hoje, onde está o problema e se existe uma oportunidade real para construir um sistema.
