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PORQUE EXISTIMOS

Acreditamos que as pessoas de uma empresa valem mais do que as tarefas que repetem.

Por isso procuramos onde o trabalho começa a prender a operação e transformamos esse ponto num sistema. A tecnologia é o meio. O objetivo é devolver capacidade à empresa e à equipa.

Gonçalo AfonsoFundador da BTS Solutions

O problema raramente começa nas pessoas.

Em várias empresas encontrei a mesma situação: pessoas competentes a gastar parte do dia a copiar dados, procurar documentos, responder às mesmas perguntas ou esperar por informação que estava espalhada por vários sítios.

Raramente alguém decidiu conscientemente trabalhar assim. O processo foi crescendo, apareceram ferramentas, entraram mais pessoas e, pouco a pouco, começaram a surgir dependências e trabalho manual que ninguém tinha parado para redesenhar.

Foi aí que comecei a olhar para o problema de outra forma. Em vez de perguntar “que ferramenta falta?”, comecei por perguntar “onde está o ponto por onde tudo tem de passar?”.

Esse ponto é o bottleneck. E é a origem da abordagem Bottleneck-to-System.

O ERRO MAIS COMUM

Muitas empresas começam pela ferramenta. Nós começamos pelo trabalho.

Quando o processo está partido, acrescentar tecnologia nem sempre resolve. Às vezes apenas acelera a confusão.

Acelerar um processo partido só faz o problema acontecer mais depressa.

  1. 01

    Escolhem a ferramenta.

    Veem uma tecnologia interessante e procuram um problema onde a possam aplicar.

  2. 02

    Automatizam às cegas.

    Ligam etapas de um processo que nunca foi realmente desenhado.

  3. 03

    Esperam que tudo encaixe.

    Assumem que a tecnologia vai perceber automaticamente como a empresa funciona.

O trabalho continua preso.

Nós começamos por mapear o processo.

Porque antes de automatizar qualquer coisa precisamos de perceber o trabalho que a empresa realmente está a fazer.

Em que acreditamos.

  • Um bottleneck de cada vez.

    Tentar resolver tudo ao mesmo tempo dispersa o esforço. Começamos pelo ponto que mais pesa e deixamos o resto para depois.

  • Primeiro o processo.

    Antes de escolher uma ferramenta, percebemos como o trabalho é feito e porque é feito dessa forma.

  • Feito à medida da operação.

    O sistema deve adaptar-se ao negócio real. Não queremos obrigar uma equipa a encaixar numa solução só porque ela já existe.

  • Dizemos o que pensamos.

    Se o que já tens chega, dizemos. Se não fizer sentido construir nada, também. O objetivo não é vender tecnologia. É resolver um problema que justifique a solução.

CONVERSA E DIAGNÓSTICO

O próximo passo é uma conversa.

Traz uma parte da operação que sentes que podia funcionar melhor. Em 30 minutos percebemos como funciona hoje, onde está o problema e se existe uma oportunidade real para construir um sistema.